Covid-19: Vacinação é ampliada para pessoas a partir de 50 anos com comorbidades

 

Covid-19: Vacinação é ampliada para pessoas a partir de 50 anos com comorbidades

 

A prefeitura abre a partir desta quinta-feira, 6, a vacinação contra Covid-19 para pessoas com doenças crônicas e comorbidades com 50 anos ou mais, previstas na fase 1 do Plano Nacional de Vacinação (veja lista abaixo). O atendimento ocorre das 8h às 17h, em 34 unidades de saúde. Nesta quinta, não haverá vacinação da segunda dose da Coronavac/Butatan, suspensa até a chegada de nova remessa.

 

Drive-thru da PUC – Das 9h às 17h, a imunização será exclusiva para os seguintes públicos:
1ª dose – Astrazneca/Oxford para idosos 60+ e gestantes.
2ª dose – Astrazeneca/Oxford para profissionais de saúde, trabalhadores em áreas de apoio à saúde e idosos.

 

Todos devem apresentar documento de identidade com CPF e comprovante de residência em Porto Alegre, além da documentação relativa a cada comorbidade. As vacinas oferecidas são da AstraZeneca/Fiocruz e da Pfizer.

 

Nos locais de vacinação, também está disponível a segunda dose de Astrazeneca/Fiocruz para quem precisa completar a imunização.

 

Veja aqui os endereços das unidades de saúde com primeira dose

 

Pessoas com 50 ou mais com as seguintes comorbidades podem se vacinar:
– Diabetes
– Pneumopatias crônicas graves (ex.: asma)
– Hipertensão arterial *
– Doenças cardiovasculares (ex.: insuficiência cardíaca, hipertensão pulmonar, síndromes coronarianas, arritmias cardíacas, cardiopatias congênitas, dispositivos cardíacos implantados)
– Doença cerebrovascular (ex.: AVC)
– Doença renal crônica
– Imunossuprimidos (ex.: transplantados, pessoas com HIV, pacientes oncológicos)
– Hemoglobinopatias graves
– Obesidade mórbida
– Cirrose Hepática

 

Além disso, continua a aplicação da primeira dose nos grupos anteriores:
– Pessoas com síndrome de down maiores de 18 anos
– Gestantes e puérperas (que passaram há menos de 45 dias pelo parto) maiores de 18 anos
– Pessoas com deficiência permanente cadastradas no programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 50 a 59 anos
– Pessoas vivendo com HIV entre 50 e 59 anos
– Público em geral com 60 anos ou mais

 

Comprovação – Documento preferencial a ser apresentado é um laudo médico descrevendo o problema de saúde. Alguns agravos também podem ser comprovados com prescrição de medicamentos de uso contínuo, como hipertensão, diabetes, doença pulmonar obstrutiva crônica ou asma. A Secretaria Municipal de Saúde pede que a população leve cópia do atestado médico junto com o original ou receita com medicamentos de uso contínuo. A cópia ficará na unidade de saúde para registro. Vale para todos os públicos listados nas comorbidades acima, menos para pessoas com Síndrome de Down.

 

Balanço – Nessa quarta-feira, 5, foi intensa a procura pela segunda dose contra Covid-19 de Coronavac/Butatan. No drive-thru da PUCRS e nas três unidades de saúde, foram aplicadas 7.774 doses em idosos acima de 60 anos, profissionais de saúde e de apoio em atraso para completar a imunização. A Unidade de Saúde IAPI registrou a maior procura, com 2.354 doses aplicadas, seguida da Unidade de Saúde Santa Marta, com 2.330, Unidade de Saúde Camaquã, com 1.703 doses, e do drive da PUCRS, com 1.387 aplicações.

 

*Entenda que tipos de hipertensão estão contemplados nesta fase

– Hipertensão Arterial Resistente (HAR): quando a pressão arterial permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou pressão arterial controlada com uso de quatro ou mais anti-hipertensivos.

– Hipertensão arterial estágio 3: pressão arterial sistólica igual ou maior a 180 e/ou diastólica igual ou superior a 110, independente da presença de lesão em órgão-alvo (cérebro, coração, vasos sanguíneos, olhos, rins) ou comorbidade.

– Hipertensão arterial estágios 1 e 2: com lesão em órgão-alvo (cérebro, coração, vasos sanguíneos, olhos, rins) e/ou comorbidade. Pressão sistólica entre 140 e 179 e/ou diastólica entre 90 e 109 na presença de lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade.

 

Texto: Vanessa Conte
Edição: Andrea Brasil
Foto: Cristine Rochol/PMPA

Fonte: SMS – Secretaria Municipal da Saúde de Porto Alegre

Compartilhar

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn